zimples
 


Zimples radiofônico

Rádio UERJ

Sugestão: 

um programa zimples de ouvir.

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UERJONLINE, a web rádio da universidade.

A UERJ, através da Faculdade de Comunicação Social disponibilizou  desde o dia 5 de setembro, um link no site da univercidade para acesso à programação da UERJ ONLINE.  O Zimples poderia ser um programa de rádio.

Willian Marques

 

 

 

 

 

 

 

 



 Escrito por zimpleiros às 21h37
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Não no meu nome...


cara de um focinho de outro


Não acho que o Lula vá se matar,assim como Vargas fez, a elite não deixa,para que criar um mártir? Mais uma dor de cabeça a toa, é arrumar sarna pra se coçar.Ademais, ele já faz parte da elite de "nouveau rich" que compra na daslu e anda de jatinhos como quem pega um ônibus.
Esse pessoal da esquerda ainda é muito burro, a direita também o é. Mas como eu me insiro na primeira opção posso perceber mais aguçadamente. Será que ainda não perceberam que não há complô para destituir o único operário que chegou ao poder??
Isso é pura falácia, aonde já se viu um governo de esquerda que se diz perseguido preferir dar dinheiro para tirar a Rede Globo do buraco ao invés de investir em Tv´s públicas para que o povo, sua base de sustentação, pudesse se expressar de maneira livre e fora das pasteurizações preconceituosas como as que ocorrem hoje nas novelas produzidas pelo Império Marinho?
A elite aplaude o Palocci - Palhaço? - de maneira esfuziante. Cadê a esquerda? Cadê o marxismo que ia acabar na mudança dos meios de produção? Independência do FMI? Faça-me o favor, com uma dívida eterna que só faz crescer dia após dia.
Não julgo o PT de todo, me refiro particularmente à cúpula palaciana, criada nos grotões da articulação, que todo mundo que já passou por um sindicato, grêmio, DCE ou o que for, sabe que sempre jogou sujo em busca de maior poder, como o o nome já diz, articulação, se articula da maneira que pode na busca pelo controle do poder, na melhor tradição maquiavélica.
Os prenúncios dessa crise já vem desde o ano passado, acordo com partidos tradicionalmente fisiológicos e corruptos como o PMDB, PTB, PL e PP, que não tem um resquício ideológico parecido com o da esquerda, com o presidente pajeando os novos amigos, dando cheques em branco a quem era amigo de Fernando Collor e Fernando Henrique, o pessoal bom deixando seus cargos no governo pouco a pouco: Lessa, Frei Betto, Kotscho, entre outros, a absurda expulsão dos radicais - que radicais, cara pálida? - e o escândalo Waldomiro que ainda manteve Josef Dirceu, no cargo de presidente da república (não errei, é isso mesmo!)
Agora chora neném, dá mais cargos pro Severino (soube que ele quer aquela diretoria da Petrobras que fura poço), enche o ministério da corja de sempre, acaba esse governo, compra todo mundo e passa mais 4 anos sendo bajulado pelos capachos de plantão. Tá certo, muito certo...mas não no meu nome!
Meu voto não mais, Mr. da Silva!

Bernardo Moura

 Escrito por zimpleiros às 20h21
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Mais um dia mucho loco - da série "alguém tem que garantir o leite das crianças"

Peguei uma van na minha rua no Flamengo. Pegar vans ou ônibus faz parte dessas elipses da vida; ondas que vêm e vão (isso quando a necessidade não fala mais alto). Foi aí que me lembrei - porque às vezes a gente se esquece - de como as pessoas trabalham muito. O povo brasileiro ainda é uma puta. Bonita e cheirosa, mas uma puta barata.

Eu estava super exprimida e o motorista querendo colocar mais e mais. E a van nem tinha o sensacional anúncio "mesmo caminho do 178 - central do brasil - pã rã pã rã rã". Mas tudo bem, os papos compensaram. As pessoas vinham comentando que tinham acabado de sair do serviço e que amanhã saíam às 5 horas. Mas peraí, amanhã é domigo. A galera realmente trabalha de domingo a domingo...E passa a mão no toco.

Foi aí que subiu um sujeito super legal no ponto do Amarelinho, ali na Glória e por essas coincidências do destino...

- Esse é magrinho. Esse cabe - falou o gordinho da minha frente.

- Oi fulaninho, entrava e se ajeitava o outro

- Você está trabalhando aqui?

- Tô, ali na Cândido Mendes.

- Meu serviço é ali na Senador Vergueiro.

-Ah.

O papo "nem queria falar isso, mas tava no script" continuou. Foi ele que facilitou todo o processo. O sujeito como eu disse era bem legal porque ao contrário da mulher espaçosa da minha esquerda, ele sentou na beiradinha. O ossinho da bunda dele deve estar doendo até agora. Mas foi ótimo.

De cara, ele falou que ia chegar em casa e correr até Raiz da Serra. Eu nem imagino onde fica esse lugar, podia ser burguesia, mas eu tenho uma desculpa bem melhor que é a de que sou petropolitana. De qualquer forma, um lugar que se chama Raiz da Serra não parece ser logo ali na esquina. "Estou me preparando para a Maratona do Rio", disse.

A conversa foi pro tema violência. Assunto geralmente chato, mas não é o caso quando o cara diz que o vizinho dele foi queimado porque o viram roubando na loja da esquina. "O pai só reconheceu por causa do tênis". Em meio ao surrel ( e às respostas surreais do tipo "é, né, mas ele tava roubando) acontece o inusitado. Tínhamos saído da Lapa e chegado àquela rua que passa por cima da Avenida Chile, que tem o Centro Cultural da Caixa. Queria muito me lembrar o nome, mas é o caminho óbvio para quem sai da Lapa e quer cair ali na Tiradentes. Duas faixas nos dois sentidos. Trânsito frenético. Tinha um carro de um ricaço na nossa frente, ou melhor, vindo em nossa direção. Contra mão logo ali. Ao mesmo tempo - no stop! - o motorista do ônibus atrás da gente deixava um velinho metade dentro, metade fora, pendurado.

Isso porque eu tava indo para uma rua suja e fedorenta encontrar pessoas muito especiais. Fez um ano que a Ocupação Chiquinha Gonzaga está resistindo ali na Rua Barão de São Félix, no coração da Central do Brasil. Faz um ano que camelôs, sem-teto, estudantes, moradores de rua, punks, viajantes, trabalhadores de um modo geral entraram lá e ocupam aquele espaço. Jongo, capeira  e cervejinha. Pessoas que também trabalham muito e trabalham de verdade.



 Escrito por zimpleiros às 02h25
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caralho puta que pariu, escrevi maior textão foda e quando madei salvar ele direcionou pruma paágina que não salvou e porra, que saco, não vou escrever mais.........

por que AGORA DEU CERTO??



 Escrito por zimpleiros às 01h53
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O silêncio da discussão

Sábado, 21h, até aí nada fora do esperado, se não fosse pelo lugar em que estava: Encontro Regional dos Estudantes de Comunicação no Colégio de Aplicação da Uerj. O que estava fazendo lá? Ainda não sei não me deixaram fazer.

O encontro começou na sexta-feira com o seminário de uma historiadora. Durante sua fala, ela levantou questões pertinentes à reforma universitária e à educação. Apresentou um prognóstico extremamente apocalíptico e como esperado... Conclamou a revolução. Ainda não descobri uma utilidade para sua apresentação, visto que toda idéia pressupõe um diálogo. Ou seja, além de previsível, foi infrutífera. Sua palestra poderia ter sido enviada por e-mail, o que facilitaria até o entendimento. Entretanto, sua fala ecoou na sala, mas não obteve a menor reverberação. Os alunos simplesmente tinham que anotar o que queriam questionar e aguardar até o final da sua exposição. O pressuposto em um encontro de estudantes seria um direcionamento feito pelos estudantes, não pelos convidados.

O dia seguinte foi o da combinada exibição de currículos dos cursos de graduação, para que juntos os estudantes realizassem uma crítica a sua formação. A ala das universidades públicas falou sobre suas disciplinas, pesquisas, e aprendizado de fato. Nesse meio de opiniões, algumas foram críticas até demais, desvalorizando informações úteis para a formação, e deformando a verdadeira, porém lamentável, situação das universidades. Na desnecessária contramão vieram os estudantes das universidades privadas, glorificando os seus cursos, e jurando que aprenderam tudo o que tinha pra ser apreendido. Lembrei-me de Sócrates que só sabia que não sabia de tudo. Será que a aluna que disse ter aprendido tudo sobre filosofia, realmente aprendeu alguma coisa? Enfim, as apresentações foram nulas, e não foram discutidos métodos de aprendizado, referenciais de aprendizado, e o mais importante: O que é preciso para ser um bom jornalista?

Cheguei de gaiato atrasado no último dia, apesar de ser o mais esperado por mim: a palestra de José Arbex Jr., o homem que se atribuiu a função de anti-herói do jornalismo. Não pude pegar o desenvolvimento do seu discurso, mas me assustei com o seu estado delirante de falar. Será que um lunático sabe mesmo o que está fazendo? O meu póstumo ídolo, chegou até a afirmar que seu jornal Brasil de Fato é o futuro da mídia impressa cotidiana. Atrevi-me a fazer uma pergunta por mera curiosidade, e vi uma ligeira inquietação do palestrante, se prontificando a respondê-la, mas ele virou pro lado depois de um minuto e “esqueceu”. Mais uma interação que foi morta.

Bastou. Que encontro de estudantes, cuja faixa etária varia de 18 a 20 e poucos anos, estabelece uma rotina tão formalizada de dialogo? Toda idéia tem um ponto de maturação, ao ser atingido, precisa ser exteriorizada. Perdi a conta de quantas intervenções quis fazer e fui podado. A idealizada organização do encontro não serviu pra nada. Duvido que alguém tenha levado alguma idéia boa para sua faculdade. Esse é o problema de todos os que gostam de organizar, não sabem moderar. A burocratização excessiva engoliu toda oportunidade de troca que poderia ser concretizada, seja entre palestrantes e estudantes, ou entre os próprios estudantes. Sinceramente não sei posicionar o pior: a apatia dos que não debatem a vida universitária, ou a covardia dos que vivem para questioná-la. Tem-se medo do inesperado, tem-se medo do desregulado, e é esquecido que as boas idéias nascem sem tempo de parto e com hora de morte. Preocupa-se tanto, que se esquece de deixá-las viver.


Daniel Haidar


 Escrito por zimpleiros às 00h00
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Crepúsculo

Não quero ser jornalista. A rotina não me atrai. Além disso, a profissão dificilmente vai me remunerar como eu gostaria e pode sugar o meu precioso tempo de vida. Eu sei. Aliás, não é bem assim. É possível ser jornalista, não trabalhar aos fins de semana e ser bem pago. Mas e se eu trabalhar aos fins de semana? Afinal, é o que faço hoje. E isso nem me incomoda tanto. Talvez o problema esteja na rotina mesmo. Há poucos meses, eu praguejava com toda a minha vontade contra essa sorte. Não maldigo a empresa, ela é muito boa. Uma grande casa. Parece que nada faço para me realizar. Enquanto voltava do trabalho para casa, alguns fantasmas ocupavam-me a mente, me assombrando. Estava mergulhado neles, pensando cada vez mais lentamente, até adormecer com a cabeça encostada na janela trêmula do ônibus, ainda no Jardim Botânico.

Ao acordar, percebi que os carros que passavam na pista contrária estavam com os faróis ligados. O tempo fechado, chovia levemente. Nada demais. Voltei a dormir. Alguns minutos depois, abri novamente os olhos. Ainda estava no Rio Comprido. Agora, as lâmpadas de sódio dos postes estavam acesas, amareladas. Comecei a me sentir mal. Putamerda. Quando saí de casa, pela manhã, era dia. Agora, quando volto, já é noite. Por que o normal não é as pessoas darem expediente de madrugada? Assim, chegaríamos ao trabalho no começo da noite e voltaríamos pelo amanhecer. Ainda seria possível admirar o sol nascendo em algum momento do trajeto. Com certeza, isso tornaria os dias mais felizes.

Quando desci do ônibus, já era possível ver os faróis dos carros refletidos no asfalto molhado. A cidade havia escurecido. O céu ainda não. Estava tomado por um azul marinho profundo. Os halos amarelados ao redor das lâmpadas dos postes, a leve garoa, perceptível apenas contra a luz, a umidade no ar... A caminhada do ponto de ônibus à casa vestiu a camisa da melancolia que eu sentia e criou um clima. Fui lançado em uma época distante, quando ainda voltava do colégio, ao fim da tarde. Nem sempre o céu era aquele e nem sempre o tempo era chuvoso. Mas por um desses processos estranhos do cérebro, essa foi a lembrança mais forte que ficou. Respirei fundo e senti o cheiro da minha infância remota. Ao lado do São José, colégio onde estudei, havia uma fábrica da Souza Cruz. Um absurdo, diziam alguns pais. O processamento do tabaco produzia um odor muito característico, que não era o da planta, nem de cigarro, nem fumaça. Aquele cheiro, eu só senti no colégio. Algumas vezes, ao longo da minha vida, ele voltou, como hoje. Não foi a primeira vez. Mas, de verdade, creio que só tenham passado pelas minhas narinas naquela circunstância. Por isso, ele é tão característico e representativo da minha infância.

Na esquina da minha rua, deixei o ônibus do colégio. Rechonchudo, com a lancheira azul (agora tento me lembrar do super-herói tema, mas a memória me falha) atravessada no ombro, pus-me a caminhar para casa. Eu vestia ainda um uniforme sem bolso, destinado às crianças do pré-primário. Naquela época, os moleques ansiavam pelos uniformes com bolsos, achavam que iriam lhes conferir status, aparente maturidade. Porque apenas os freqüentadores do primário em diante tinham direito a essas camisas. As lâmpadas, as árvores, o crepúsculo, tudo parece igual. Só os cem metros que separam a esquina e o meu prédio ficaram mais curtos, passados mais de quinze anos. Ao chegar em casa, eu provavelmente desceria ao playground para jogar futebol. Mas não antes de sentar diante da TV e assistir a um bom episódio de Jaspion, na Manchete. Senti saudades desse tempo que, como outros, está no baú das boas lembranças. Não volta mais. Pergunto-me o que o pequeno Gabriel, ao me encontrar na esquina, como eu o encontrei, pensaria sobre mim. Naquele tempo eu ansiava por saber como estaria no ano dois mil. Já quis ser cientista, astronauta e jogador de futebol.

Ao chegar perto da portaria, voltei. Respirei fundo. Uma... Duas... Três vezes. Quis sentir o cheiro da infância novamente, mas ele não veio.

Gabriel Varela.

 Escrito por zimpleiros às 00h20
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O avesso da festa

O lugar está basicamente deserto. Só o porteiro. Não preciso temer.
Aperto o botão do elevador e espero alguns instantes. Quando ele chega, eu entro. Aperto o botão do andar, a porta se fecha, e o elevador segue o seu destino.
Chega ao destino, a porta se abre novamente. De longe, escuto o barulho da música vibrante, das pessoas se mexendo freneticamente, em movimentos ritmados. O chão está cheio de latas de cerveja, totalmente inundado pela mesma; esse estranho líquido amarelo, que ninguém lembra como começou a beber, não sabe porque bebe e não sabe quando vai parar. Ninguém também sabe como tanta cerveja foi parar no chão.
A festa pulsa: as pessoas conversam, falam, se mexem, riem, caem de bêbadas, esmurram a porta do banheiro querendo mijar, falam merda, xingam, mandam os outros para vários lugares, chegam nas outras, beijam, colam, ficam junto, dançam, falam da própria vida, quem sabe, fazem planos para o futuro.
Estou fora de toda essa pulsação.
Fora, totalmente fora. Estou observando a festa de fora, amassando as latas de cerveja no chão, chutando-as a um canto, perseguindo os conhecidos, tentando manter um contato verbal, que seja. Mas é inútil. Não faço parte dessa pulsação. Aqui não é meu mundo, esse não é meu lugar, essas não são as minhas ações. Não esmurro porta de banheiro, não sou de xingar, não sou de beber líquido amarelo desesperadamente, não sou...não sou de conversar com quem eu não conheço, nem de levar uma conversa mais além. Sabe-se lá porque.
Como reação óbvia, me afasto de tudo isso. Vou embora, sigo pro outro lado do lugar, onde não tem ninguém. Aqui o silêncio impera; o barulho da festa ficou longe, distante, apenas alguns ecos.
Lá embaixo, a rua. Lá em cima, as estrelas.
A vida real não é a ficção. Se isso fosse um filme, talvez eu perguntasse às estrelas qual o meu problema, e no instante seguinte, saberia a resposta. Ou ela viria por trás de mim, ou passaria pela minha frente.
Mas isso não é um filme. Ainda assim, eu pergunto. Como já era de se esperar, não tenho resposta. E fico dizendo “seu imbecil, isso não é um filme, a poesia está no que se vê do céu, mas não está na pergunta, nem na resposta, simplesmente porque essas...não existem de fato”.
E sento no chão, e dá vontade de chorar. E eu digo “que merda, eu sou o último, o último, tenho problema e não sei qual é. Ou não tenho e fico tentando arrumar um. Foda-se, na prática é a mesma coisa., o resultado é o mesmo: permaneço aqui, estático, e não avanço. E o mundo é sempre um lugar à parte. E eu não sei mais o que fazer. E chorar não adianta, mas meus instintos falam mais alto.”
Só que o céu não é estrelado, nem escuro. Muito pelo contrário: o sol está bem alto no céu, e o dia é de um céu azul de brigadeiro, com algumas nuvenzinhas aqui e ali. E há passarinhos voando, e pessoas circulando na rua.
A festa vive para sempre. Eu não.

O vazio do quarto/É o avesso da festa/É o avesso do vício/De te namorar...
Vou sair por aí/Meu amor vamos nessa/Que o tempo/Não espera/A vida passar

Daniela Mercury, “Vem Morar Comigo”

Rafael Cavalcanti

P.S: Música escolhida por ter a ver com o texto, nenhuma preferência pessoal incluída  :P



 Escrito por zimpleiros às 15h24
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Dou início aos trabalhos do Zimples Virtual!!!

 Escrito por zimpleiros às 13h13
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